Os computadores bolivarianos são produzidos
pela VIT, empresa criada em 2005 com controlo estatal e um sócio chinês,
que se apresenta como “empresa socialista de fabricação e serviços”. A empresa afirma que fabricou 240 mil unidades em 2012.
A linha de produtos inclui computadores de mesa e notebooks, com o
sistema operacional Canaima, variante local do Linux Debian. O software
gratuito, o hardware enxuto e o facto de a fábrica ficar numa zona
franca deveriam resultar em produtos extremamente baratos, capazes de
promover a inclusão digital.
O modelo mais barato é um netbook que custa cerca de 270 euros e tem um
ecrã de 10 polegadas e apenas um gigabyte de memória. O mais caro é um
PC com monitor de 23 polegadas e custa perto de 800 euros.
O "computador bolivariano" funciona com o sistema operacional Windows ou com software livre, já que as peças e componentes são compatíveis com o Linux.
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